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Á conversa com
Pedro Adão
capitão do
Vidago FC
Esta é uma
entrevista que
vai ficar na
memória de
muitos
Vidaguenses, mas
também ficará na
memória de todos
aqueles que
gostam de
futebol. Pedro
Adão é
inegavelmente um
jogador de
grande classe. O
“maestro”
Alvinegro
espalha magia em
todos os campos
por onde passa,
e a sua
qualidade
técnica e
entrega só estão
ao alcance dos
melhores. “O
capitão” está na
fase descendente
da sua carreira
mas, mesmo
assim, é um dos
melhores senão o
melhor, sendo
sem qualquer
dúvida o mais
acarinhado e
admirado pelos
adeptos
Alvinegro. Á
cinco temporadas
ao serviço do
clube da Vila
Termal,
Pedro Adão,
Teve esta época
uma experiência
de que não
esperava e por
razões
sobejamente
conhecidas ele e
o Caló formaram
a equipa técnica
do Vidago FC até
á 16ª jornada
altura em que
Júlio Batista
retomou as suas
funções. Fez a
passagem de
testemunho
deixando a
equipa em
primeiro lugar,
e qualificada
para a fase
final e apurada
para disputar os
quartos de final
da taça da AFVR.
Pedro, falou
animadamente,
connosco e
claramente
referiu que
ainda não pensou
em pendurar as
chuteiras
Nome:
Pedro Nuno
Pereira Pinto
(Pedro Adão)
Data de
nascimento:
01/07/1974
Altura:
1,78
Peso:
75 kg
Clube do
coração:
Grupo Desportivo
de Chaves
Clube atual:
Vidago FC
Clubes que
representou:
Formação no
grupo desportivo
de Chaves,
seniores no
Valpaços,
Montalegre, Vila
Pouca de Aguiar,
Os Sandinenses,
Taipas, Joane,
Brito, e Vidago.
Títulos que
conquistou:
Campeão
distrital ao
serviço do
Montalegre,
campeão da taça
com o emblema do
Vidago
Quem é o Pedro
Adão e qual a
sua função no
Vidago FC?
O Pedro é um
apaixonado pelo
futebol, que
adora o que faz.
Até à semana
passada, assumia
o comando
técnico,
juntamente com o
Caló. Neste
momento, sou um
jogador como os
outros. Faço
parte de um
coletivo que
tentará ajudar o
Vidago a ganhar
todos os jogos.
De quem partiu
a ideia de
juntamente com o
Caló treinares a
equipa na
ausência do
Júlio Batista?
A primeira
pessoa a falar
comigo foi o
presidente Rui
Branco. Pediu-me
que integrasse o
comando da
equipa
juntamente com o
Caló, até que o
mister Júlio
estivesse apto a
voltar a
treinar.
Como correu a
tua experiencia
como técnico?
No início estava
com algum
receio, mas foi
uma experiência
que correu bem.
Os resultados e
a posição
classificativa
que ocupamos no
momento atual, a
um ponto de
passar para a
play-off, são o
espelho disso
mesmo. Tenho
muito a
agradecer ao
Caló e aos
jogadores e
colegas que,
todos em
conjunto, se
revelaram ser
grandes
profissionais e
grandes amigos.
Sentes-te
realizado no
mundo do
futebol?
Sim, sinto-me
realizado, pois
dei sempre o
melhor de mim em
todos os clubes
pelos quais
passei e, cumpri
sempre os meus
objetivos
individuais. No
entanto, sei que
poderia ter
chegado mais
longe. Jogar no
clube da minha
terra era uma
das minhas
ambições, mas
infelizmente por
falta de
oportunidade,
isso não foi
possível.
Após pendurares
as chuteiras
como jogador
pensas continuar
como treinador?
Confesso que
nunca tinha
pensado nisso,
mas com a
experiência que
tive como
treinador dos
juniores na
temporada
passada e a
fantástica
experiência que
tive este ano
nos seniores,
sim. Esse é um
dos meus
objetivos após
pendurar as
chuteiras.
Qual o momento
que mais o
marcou na tua
carreira,
sentes-te
orgulhoso pelo
trabalho
realizado em
prol do Futebol
e mais
concretamente no
Vidago FC?
O momento que
mais me marcou
em toda a minha
carreira foi
quando levantei
a taça na época
passada. Ver
todos os adeptos
e simpatizantes
do clube em
festa foi um
momento muito
marcante na
minha
experiência como
jogador de
futebol.
Quais as
expectativas e
objetivos para o
que resta de
temporada?
As expectativas
e objectivos,
neste momento,
são os maiores
possíveis. Vamos
tentar ser
campeões e
ganhar a taça AF
Vila Real.
O Vidago FC têm
vindo a crescer,
sentes que o
clube pode
continuar nesse
caminho?
O Vidago é uma
equipa com
história e,
nesta altura, é
um clube muito
estável, com
excelentes
condições de
trabalho, onde
todos os
jogadores têm o
prazer de jogar.
Apesar de todas
dificuldades
financeiras que
são uma
realidade que os
clubes
enfrentam, o
Vidago vai
certamente
continuar a
crescer.
Neste momento
sendo o primeiro
classificado e
apurado para
seguir em frente
na taça qual o
espírito do
grupo de
trabalho?
Neste momento, o
espírito do
nosso grupo de
trabalho não
podia ser
melhor. Estamos
com muita
confiança e
acreditamos em
nós próprios e
isto reflete-se
na nossa forma
de jogar e nos
resultados
vitoriosos que
temos alcançado.
Que opinião tem
sobre o
campeonato deste
ano, mais forte,
mais fraco,
principais
defeitos e o que
fazia para
melhorar?
Na minha
opinião, com a
divisão em duas
séries, ficamos
com uma série
muito
competitiva e
outra um pouco
menos. Se
tivesse feito
apenas uma
série, seria
muito mais
competitiva e o
campeonato
acabava mais
tarde. Nos
contornos
atuais, a
temporada
termina em
Fevereiro e a
próxima só tem
início em
Setembro. Esta
paragem acaba
por ser muito
prejudicial para
todos os
jogadores.
Na tua opinião
quem são os
principais
candidatos ao
título este ano?
É um pouco
difícil
mencionar quais
são as equipas
candidatas ao
título, pois não
tenho
conhecimento
pleno de todas
as equipas da
outra série.
Mas, tendo em
conta o
campeonato
regular que
algumas equipas
têm feito, na
minha opinião as
equipas
candidatas ao
título são o
Vidago, o Pedras
e o Santa Marta.
Fala-se
constantemente
sobre a
qualidade das
arbitragens,
qual a sua
opinião sobre a
arbitragem?
Não gosto de
falar de
arbitragens.
Tenho respeitos
pelo trabalho de
todos os
árbitros, pois
arbitrar um jogo
nunca é fácil.
No entanto,
tenho que
admitir que há
arbitragens boas
e menos boas.
Respostas
rápidas:
Como encaras uma
derrota?
Não sei perder,
por isso encaro
da pior forma,
mas não deixo
que me afetem
negativamente.
Qual a qualidade
que mais
aprecias num
jogador?
A humildade e o
espírito de
sacrifício pela
equipa.
Na tua opinião
qual é o melhor
jogador da Honra
de Vila Real?
Difícil
escolher, pois
não conheço
todos os
jogadores da AF
Vila Real.
Qual o treinador
com que mais te
identificas?
Não me
identifico com
nenhum
treinador. Eu
tenho métodos e
forma de jogar
muito próprios.
Numa palavra
define:
Futebol –
Coletivo
Golo
– Alegria
Arbitragem
- Respeito
Augusto Oliveira
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